O que me faz bem tem nome. E tenho medo de fazer mal à quem me faz tão bem. Não gosto de sentir medo, posso dizer que perco ele facilmente quando escuto sua voz, mas é como um anjo, e tenho medo de que se machuque com os outros por aí. Meus minutos de felicidade estão com a validade muito rápida, no fim da noite, quase sempre percebo suas lágrimas, por esse ou aquele motivo. Se eu pudesse, te entregaria cada estrelinha pra que seus olhos voltem a brilhar como quando está feliz. Eu quero conseguir fazer isso, apenas com meu amor traduzido em palavras, já que uma garota chata chamada 'distância', não me deixa sentir seus abraços (os melhores do mundo) todos os dias. Eu era muito feliz e... é eu sabia. Mas hoje eu luto contra a garota chata que citei e contra dois garotos idiotas que me pertubam muito: o 'ciúme' e o 'medo'. Sei que um dia, a gente vai rir de todos eles. Mas só quero sorrir, se você estiver ao meu lado, sorrindo junto comigo.
Sinto falta do que nunca existiu. Acho que até hoje, você não percebeu que nunca fomos amigos. E essa admiração que voce nunca teve por mim existe, porque pelo menos pra mim, nunca demonstrou. Tenho deja vu quando me sento numa mesa onde você também está e quando começa seu discurso que me humilha, me rebaixa e me critica sempre. Orgulho? Pelo visto nunca dei mesmo. Ao contrário do que pensa, nunca fui a melhor da sala, nunca tive muitos amigos, nunca fui muito de conseguir me enturmar. Se lembra da vez que chorei na cozinha porque meu irmão mais novo não tinha coragem de levar a irmã com ele, quando saía com amigos? Meu mundo era meu quarto, um som e meus cadernos. E hoje, escuto que peguei vocês de surpresa com meu comportamento, porque sempre 'fui normal'. Por isso, não sou aceitável. Que seja, eu não pedi ninguém pra me aceitar. Se hoje, consigo me divertir com amigos ou com a pessoa que amo, não adianta ficar bravo. Não é assim que se mostra nada além da indignação ignora...
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