Tenho uma coisa a contar. Estou pronta pra escutar de você, as críticas sobre eu buscar de mais uma forma, esse drama intenso e acabar escrevendo tudo com "sangue, vingança estampando o espelho", palavras suas. Mas ganhei um livro do Gabito Nunes e sim, estou lendo. Pra começar a dedicatória do livro é uma frase de Paulo Coelho. E eu não nego que gostei de "a vida é o trem, não as estações.". Posso até ouvir você gargalhando agora. Mas voltando ao livro, eu te deixo rir. Porque você sabe, lá no fundo que se encaixa perfeitamente em mil frases que leio hoje, amanhã e depois.
Sinto falta do que nunca existiu. Acho que até hoje, você não percebeu que nunca fomos amigos. E essa admiração que voce nunca teve por mim existe, porque pelo menos pra mim, nunca demonstrou. Tenho deja vu quando me sento numa mesa onde você também está e quando começa seu discurso que me humilha, me rebaixa e me critica sempre. Orgulho? Pelo visto nunca dei mesmo. Ao contrário do que pensa, nunca fui a melhor da sala, nunca tive muitos amigos, nunca fui muito de conseguir me enturmar. Se lembra da vez que chorei na cozinha porque meu irmão mais novo não tinha coragem de levar a irmã com ele, quando saía com amigos? Meu mundo era meu quarto, um som e meus cadernos. E hoje, escuto que peguei vocês de surpresa com meu comportamento, porque sempre 'fui normal'. Por isso, não sou aceitável. Que seja, eu não pedi ninguém pra me aceitar. Se hoje, consigo me divertir com amigos ou com a pessoa que amo, não adianta ficar bravo. Não é assim que se mostra nada além da indignação ignora...
Comentários