Tenho uma coisa a contar. Estou pronta pra escutar de você, as críticas sobre eu buscar de mais uma forma, esse drama intenso e acabar escrevendo tudo com "sangue, vingança estampando o espelho", palavras suas. Mas ganhei um livro do Gabito Nunes e sim, estou lendo. Pra começar a dedicatória do livro é uma frase de Paulo Coelho. E eu não nego que gostei de "a vida é o trem, não as estações.". Posso até ouvir você gargalhando agora. Mas voltando ao livro, eu te deixo rir. Porque você sabe, lá no fundo que se encaixa perfeitamente em mil frases que leio hoje, amanhã e depois.
O computador não para de piscar. O celular não tem bateria na metade do dia. Minha cabeça trabalha, analisa, pensa. Mas só ela. Eu havia dito que o destino era algo em que eu confiava bastante, e que fazia total sentido tudo que está acontecendo. Ele sequer havia trazido carta alguma... até então. E eu completava que uma hora o destino tinha que conspirar a meu favor. Apesar de eu tropeçar em tanta confusão, tudo que não quero é me machucar ou machucar outras pessoas. Então faço minha cabeça trabalhar, mas deixo meu coração guardado. Ou melhor, ás vezes deixo ele olhar com cautela o olho mágico da porta do quarto, mas quando a abro ele corre pra debaixo das cobertas com medo. Depois de deixar tudo ficar bem bagunçado, Yui chegou com um envelope nas mãos, vindo do Brasil. Não quis olhar muito, guardei. E quando toquei nele de novo, olhei as letras, estremeci e alguém bateu na porta. Meu coração foi na frente, checou no olho mágico e depois fugiu. Guardei o pacote de novo e fui gastar ...
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