Eu venho pensando em criar outro blog, deixar essa bagagem enorme de lado porque simplesmente é só um guarda tudo que criei há anos atrás. Sim, é muito, é pesado, mas não acrescenta tanto a não ser a mim mesma. E o pior é que penso que se eu divulgo esse link, existe tanta coisa velha, pesada, forte e ao mesmo tempo tão babaca que me dá preguiça de lidar com isso. Eu venho tendo tempo livre, de uma forma estranha, que me faz parecer que não estou sabendo aproveitar esse tempo. Meus trabalhos não ficam tão bons, no estágio as coisas não rendem como eu queria e na hora de sair e me divertir com amigos eu não alcanço nem um terço da diversão que gostaria. Falta algo, sempre. E por incrível que pareça, me sinto melhor quando tenho minha família e Angela comigo, de alguma forma. Então vou focando no que me faz bem e deixando o resto pra trás. Caso eu crie outro blog, provavelmente não será esse melodrama como aqui.
O computador não para de piscar. O celular não tem bateria na metade do dia. Minha cabeça trabalha, analisa, pensa. Mas só ela. Eu havia dito que o destino era algo em que eu confiava bastante, e que fazia total sentido tudo que está acontecendo. Ele sequer havia trazido carta alguma... até então. E eu completava que uma hora o destino tinha que conspirar a meu favor. Apesar de eu tropeçar em tanta confusão, tudo que não quero é me machucar ou machucar outras pessoas. Então faço minha cabeça trabalhar, mas deixo meu coração guardado. Ou melhor, ás vezes deixo ele olhar com cautela o olho mágico da porta do quarto, mas quando a abro ele corre pra debaixo das cobertas com medo. Depois de deixar tudo ficar bem bagunçado, Yui chegou com um envelope nas mãos, vindo do Brasil. Não quis olhar muito, guardei. E quando toquei nele de novo, olhei as letras, estremeci e alguém bateu na porta. Meu coração foi na frente, checou no olho mágico e depois fugiu. Guardei o pacote de novo e fui gastar ...
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