Tenho uma coisa a contar. Estou pronta pra escutar de você, as críticas sobre eu buscar de mais uma forma, esse drama intenso e acabar escrevendo tudo com "sangue, vingança estampando o espelho", palavras suas. Mas ganhei um livro do Gabito Nunes e sim, estou lendo. Pra começar a dedicatória do livro é uma frase de Paulo Coelho. E eu não nego que gostei de "a vida é o trem, não as estações.". Posso até ouvir você gargalhando agora. Mas voltando ao livro, eu te deixo rir. Porque você sabe, lá no fundo que se encaixa perfeitamente em mil frases que leio hoje, amanhã e depois.
I'm like a bird, Six Feet Under e os últimos 5 anos da minha vida.
Deixei essa música pra tocar, porque me lembro de ouvi-la há anos, desde quando terminava o ensino médio, até à época em que entrei pra faculdade. Hoje, trabalho em uma rádio que toca sempre, mesmo que ela seja uma música velha que a geração dos meus irmãos mais novos nem conhece. E toda vez que ela (e outras músicas antiguinhas) tocam enquanto trabalho, minha mente volta anos atrás. Acabo analisando várias coisas. Naquela época, eu achava que não iria gostar tanto de ninguém, e como minha vontade secreta sempre foi "bater asas" por aí, mudar de estado, país, conhecer coisas e lugares novos, eu sempre me via na música. Parecia coisa de adolescente mesmo, querer tudo aquilo. Mas aí, hoje vejo que estou a um passo de largar o pouco que tenho (pouco mesmo) pra me aventurar em uma vida que eu pensava em ter. Obviamente, eu gostei de muita gente, amei demais, sofri mais ainda (infelizmente ainda não consigo olhar apenas com o coração sem mágoa nenhuma de todos os meus ...
Comentários