De tempos em tempos, a vida me traz umas mulheres de força bruta pra minha vida. Vou conhecendo uma a uma e carregando esse carinho e cada história a cada canto que passo. A que vou me casar me ajuda a ser alguém melhor e mais forte, com um coração escondido embaixo de tatuagens que é mais doce que o meu. As outras se tornam a cada dia um exemplo de coragem. Eu só quero dar um salve a todas, do Egito ao Japão, das amigas de Minas e pelo Brasil a fora. Me dão mais esperança todos os dias.
I'm like a bird, Six Feet Under e os últimos 5 anos da minha vida.
Deixei essa música pra tocar, porque me lembro de ouvi-la há anos, desde quando terminava o ensino médio, até à época em que entrei pra faculdade. Hoje, trabalho em uma rádio que toca sempre, mesmo que ela seja uma música velha que a geração dos meus irmãos mais novos nem conhece. E toda vez que ela (e outras músicas antiguinhas) tocam enquanto trabalho, minha mente volta anos atrás. Acabo analisando várias coisas. Naquela época, eu achava que não iria gostar tanto de ninguém, e como minha vontade secreta sempre foi "bater asas" por aí, mudar de estado, país, conhecer coisas e lugares novos, eu sempre me via na música. Parecia coisa de adolescente mesmo, querer tudo aquilo. Mas aí, hoje vejo que estou a um passo de largar o pouco que tenho (pouco mesmo) pra me aventurar em uma vida que eu pensava em ter. Obviamente, eu gostei de muita gente, amei demais, sofri mais ainda (infelizmente ainda não consigo olhar apenas com o coração sem mágoa nenhuma de todos os meus ...
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